O inimaginável é o meu limite.
Nathalia Andresa.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
terça-feira, 21 de julho de 2009
A fraqueza nos arranca do certo. Vejo a estupidez andar a solta, cochichando, minuciosa entre os fracos, desinformados, mal-amados. E por um breve segundo, você pode se achar o melhor, o maior. Mas não passa de um estúpido, idiota, ser humano. Que mais uma vez caiu na ideia de outro maior idiota e infeliz. Cruel. Não, apenas a estupidez.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Sempre penso no futuro. Mas as perguntas que me atormentam constantemente estão em minha cabeça. Não tenho experiência de vida, não sei como sobreviver a tantas dúvidas, expectativas e novidades. Então me lembro daqueles que deixam ou deixaram sua obra. Música, poesia, filme, são todos tão significantes para mim. Renato, saudoso. Não cheguei a te conhecer, mas, sua arte de se expressar me despertou interesse pelos problemas alheios, me mostrou que amar machuca, mas te mantém viva. Chico, dos olhos verdes, eu acho. Sua coragem e revolta ao retratar aquelas condições brasileiras em sua juventude, como o Cálice. Obrigado. São tantos, Djavan para mim é pura poesia, retrata amor, cotidiano, família, sonhos, inocência. Mas ainda me vejo entre obstáculos, me canso ao perder horas olhando o teto, que não me diz nada. Canso, mas não descanso, continuo. Quem sabe um dia entendo.
" Me diz porque que o céu é azul. Explica a grande fúria do mundo. " R. Russo
" Pai! Afasta de mim esse cálice, de vinho tinto de sangue... "
C. Buarque
" Aquela que um dia o fez sonhar se foi com o outro, no dia em que os dois se casariam por amor. " Djavan
" Me diz porque que o céu é azul. Explica a grande fúria do mundo. " R. Russo
" Pai! Afasta de mim esse cálice, de vinho tinto de sangue... "
C. Buarque
" Aquela que um dia o fez sonhar se foi com o outro, no dia em que os dois se casariam por amor. " Djavan
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